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Meus queridos irmãos,
Graça e Paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Nas nossas fragilidades e limitações, sob a Providência de Deus, somos chamados a participar da história da nossa Igreja nesses tempos de lutas e de oportunidades.

Superintendente GERAL
No Salmo 115, o salmista nos convida a confiar no Senhor e esperar no Seu socorro, pois pouco podemos sozinhos. É o Senhor que merece toda a glória por Seus atos poderosos e  serão envergonhados e confundidos os que confiam em outros deuses feitos por mãos humanas. Diante disto só nos resta darmos graças a Deus, e exclamar vitoriosamente as palavras do Salmo 115.10-14
Rev. Daniel Silva

 

“Casa de Aarão, confia no Senhor: Ele é seu auxílio e seu escudo.
Vós, os que temeis ao Senhor, confiai no Senhor: ele é seu auxílio e seu escudo.
O Senhor, que se lembrou de nós, abençoará; abençoará a casa de Israel; abençoará a casa de Aarão. Abençoará os que temem ao Senhor, tanto pequenos como grandes. O Senhor vos aumentará cada vez mais, a vós e a vossos filhos.”

Assim como o Povo de Israel, temos vivenciado um Êxodo, temos atravessado desertos, sido assistidos, e presenciamos milagres, mas também temos pecado e entristecido o Senhor.

Diante do fato inconteste da libertação, diante dos milagres, diante da derrota dos adversários, vem um cântico à boca do velho e cansado Moisés: “Cantarei ao Senhor, porque gloriosamente triunfou.” Não foi Moisés e o povo quem triunfaram, mas o Senhor, na Sua grandeza Ele derrubou não os que se levantaram contra nós, mas os que se levantaram contra Ele.

Como Paulo, disse à igreja em Filipos: “Oramos por vós”. Que mais desejava o apóstolo para a Igreja em Filipos, senão  “que o vosso amor aumente mais e mais no pleno conhecimento e em todo discernimento.” Amor e discernimento são inequívocos sinais de maturidade espiritual, e é por isso que aquela Igreja tinha contribuído para o progresso do Evangelho. Paulo sabia dos limites da sinceridade de alguns, que alguns tinham pregado o Evangelho por inveja ou contenda, por razões pessoais e mesquinhas, o que é lamentável. E ele exclama: “Mas que me importa? Contanto que de toda a maneira, ou por pretexto ou de verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei.” Ele sabia que, em virtude das súplicas do povo e do socorro do Espírito Santo, qualquer que fosse a motivação dos obreiros, isso resultaria em salvação. Paulo exorta a Igreja a permanecer firme, a se comportar de um modo digno, a aceitar o fato de que por Cristo combatemos e padecemos, mas que não podemos nos atemorizar diante dos adversários, pois: “o que para eles é indício de perdição, mas para vós de salvação, e isso da parte de Deus”.

Portanto, com ação de graças elevemos a nossa voz e proclamemos: “Grandes coisas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres”. Este é um culto de vigília em ação de graças, por isso louvemos ao Senhor, pela vida e ministério de todos nós, e pela Igreja do Senhor no Brasil. Amém!

Daniel  A. Silva
Superintendente Geral

 

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